O exemplar em questão foi o Quinta de S. Francisco 2008. Mas isso quase nem importa.
Foi bebido de forma descontraída ao jantar com uns amigos. De tal forma descontraída que não houve os tradicionais apontamentos ou a preocupação em avaliar o vinho. Recordo ser bom. Bastante bom. E isso chegou-me neste dia.
Mas no que não deixei de reparar foi no rótulo. Achei que os pequenos pormenores que contem são deliciosos. Transbordam tradição e excelência.
Na minha opinião nem sempre um visual moderno compensa. Este foi um desses casos.
Porque eu gosto de rótulos assim.
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